"O mundo é formado não apenas pelo que já existe, mas pelo que pode efetivamente existir." Milton Santos
terça-feira, 29 de maio de 2018
sexta-feira, 20 de março de 2015
terça-feira, 17 de julho de 2012
Bacia Sedimentar
De acordo com o tipo de material depositado e outras características da bacia sedimentar os estudiosos da Estratigrafia (ciência que estuda os estratos – camadas – do relevo) conseguem dizer que tipo de relevo existiu naquele determinado local e como ele se formou e modificou ao longo do tempo. A Estratigrafia, aliás, é uma das ciências que possibilita aos paleontólogos afirmar sobre a existência de espécies diferentes de animais (como os dinossauros, por exemplo), em uma determinada época.
As bacias sedimentares, assim como a maior parte do relevo terrestre, são áreas que estão em constante processo de renovação. Devido ao depósito constante de sedimentos, ou a outros fatores tectônicos, elas continuam “afundando” (movimento chamado de “subsidência”) cedendo espaço para mais camadas de sedimentos que vão sendo depositados. Só que este movimento é muito lento e não pode ser percebido facilmente em um período de tempo curto (a deposição de uma camada significativa de sedimentos leva alguns milhares de anos para ocorrer).
Na maioria dos casos as bacias sedimentares estão localizadas em regiões limítrofes de placas tectônicas e são classificadas em: bacias extensionais, quando localizadas nas margens construtivas das placas; bacias colisionais, quando localizadas em margens destrutivas de placas; bacias transtensionais, quando localizadas nas margens transformantes de placas tectônicas. E, existem ainda, as bacias sedimentares formadas em locais longe dos limites de placas tectônicas, como as bacias intra-cratônicas, formadas aparentemente, por movimentos do manto terrestre.
O Brasil tem cerca de 60% de seu território ocupado por bacias sedimentares dividas em três tipos: as de grande extensão, como as bacias Amazônica, do Parnaíba (ou Meio-Norte), do Paraná (ou Paranaica) e a Central; as de menor extensão, como as bacias do Pantanal Mato-Grossense, do São Francisco (ou Sanfranciscana), do Recôncavo Tucano e a Litorânea; e, ainda bacias muito pequenas denominadas de bacias de compartimento de planalto, como as bacias de Curitiba, Taubaté e São Paulo, entre muitas outras.
Fonte: http://www.infoescola.com/geografia/bacia-sedimentar/
Geografia de Pernambuco
- Norte – Ceará e Paraíba
- Sul – Bahia e Alagoas
- Leste – Oceano Atlântico
- Oeste – Piauí
Apesar de ser um estado pequeno, as paisagens em Pernambuco são diversas. Pode-se classificar em três regiões:
- Zona da Mata (faixa próxima ao litoral) – A maior cidade nessa região é a capital, Recife. O litoral Pernambucano tem belas praias, destacando-se a Praia de Boa Viagem (na própria capital), e Porto de Galinhas. Toda a faixa é uma grande planície, com alguns locais abaixo do nível do mar, várzeas e lagos. A vegetação predominante são os manguezais. O clima na Zona da mata é tropical.
- Agreste (faixa de transição) – A maior cidade dessa região é Caruaru, a 120 km de Recife. Trata-se de um planalto, com altitudes que variam de 400 a 1000 metros. A vegetação predominante é a Mata Atlântica. O clima no agreste é semi-árido.
- Sertão (zona semi-árida) – Trata-se do oeste do Estado, região marcada por Serras, Chapadas e Depressões. A principal cidade da região é Petrolina. A vegetação típica da região é a caatinga. O clima é semi-árido quente.
Ao sul do estado encontra-se uma região serrana, continuação da Chapada Diamantina (Bahia). Devido a altitude, as cidades de Garanhuns e Gravatá são conhecidas pelo clima moderado.
Os rios mais importantes de Pernambuco são: Rio São Francisco, Capibaribe, Una, Pajeú, Ipojuca, e Jaboatão.
Outras cidades importantes de Pernambuco são: Olinda, Jaboatão dos Guararapes, Paulista e Camaragibe.
Outro grande destaque de Pernambuco é o Arquipélago de Fernando de Noronha, formado por vinte e uma ilhas, localizado a uma distancia de 545 km de Recife.
Fonte: http://www.infoescola.com/geografia/geografia-de-pernambuco/
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Vladimir Putin apresenta a Kofi Annan posição da Rússia sobre a Síria
O enviado especial da ONU e da Liga Árabe, por sua vez, disse que estava feliz em visitar Moscou, mas também concordou que a ocasião é muito triste. Annan acentuou a importância de realizar este encontro e discutir a situação síria com a Rússia em um momento tão crucial. Como anteriormente afirmado pelo serviço de imprensa do Kremlin, o encontro entre Putin e Annan foi uma oportunidade para a Rússia confirmar seu desejo por uma solução político-diplomática para a crise na Síria. O governo russo acredita que a missão de paz é a única plataforma viável para resolver os problemas internos no país árabe.
Fonte: http://www.diariodarussia.com.br/internacional/noticias/
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segunda-feira, 16 de abril de 2012
Especialistas da ONU apontam violações à trégua síria
Por Stephanie Nebehay
GENEBRA, 16 Abr (Reuters) - Investigadores de direitos humanos da ONU disseram nesta segunda-feira que receberam relatos de bombardeios e prisões por forças sírias depois do cessar-fogo, além das execuções de alguns soldados capturados por rebeldes, embora o grau da violência tenha em geral diminuído.
A equipe chefiada pelo especialista brasileiro Paulo Sérgio Pinheiro disse esperar que a trégua obtida pelo mediador internacional Kofi Annan seja mantida e ajude a pôr um fim às flagrantes violações dos direitos humanos documentada nos últimos seis meses pelos investigadores.
Mas a comissão de inquérito para a Síria, cujo mandato concedido pela Organização das Nações Unidas expira em setembro, reiterou que os autores de atrocidades precisarão ser submetidos à Justiça.
A trégua na Síria entrou em vigor na quinta-feira passada, e a comissão se disse preocupada com relatos de vários incidentes desde então, incluindo bombardeios a vários bairros em Homs e o uso de armas pesadas em outras áreas.
"A comissão também está preocupada com relatos de novas prisões, especialmente em Hama e Aleppo", disse o grupo, sem dar detalhes.
A comissão, que se reporta ao Conselho de Direitos Humanos da ONU, em Genebra, não recebeu autorização para entrar na Síria, mas entrevistou centenas de refugiados e testemunhas no país e no exterior e examinou vídeos, fotos e alguns documentos governamentais.
"A comissão também continuou a receber relatos de abusos dos direitos humanos cometidos por grupos armados antigoverno envolvidos na luta contra o Exército sírio, durante e após o cessar-fogo, incluindo assassinatos extrajudiciais de soldados capturados durante confrontos armados", afirmou o relatório.
Na segunda-feira, vários soldados com boinas azuis começaram a implantar uma presença da ONU no coração da crise síria, prevendo o sucesso da sua missão para estabilizar um precário cessar-fogo de quatro dias, período em que foguetes continuam sendo disparados.
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Repsol reduziu a produção em 35%
Cristina nacionaliza petrolífera para retomar o controle sobre setor estratégico
A presidente da Argentina, Cristina Kirchner, decidiu nacionalizar a petrolífera YPF, controlada pela espanhola Repsol. Em projeto ao Congresso, ela decreta de "interesse público nacional" o setor petrolífero. E determina que, das ações da empresa, 51% serão retomadas pelo Estado argentino e 49% serão distribuídas pelas províncias. O projeto começará a ser debatido nesta terça-feira pelo Senado.
Documento das províncias produtoras divulgado este ano mostra que a produção das empresas de gás e petróleo desabou 11% e 18%, respectivamente. Na Repsol-YPF, o tombo ficou entre 30% e 35% da produção de petróleo nos últimos anos e de 40% da de gás.
Para Cristina, com a balança comercial petrolífera deficitária, a situação do país seria "insustentável", se a Repsol continuasse a reduzir a produção.
Já a União Européia afirmou que o ato trará conseqüências à confiança dos investidores e ao clima econômico do país. O vice-presidente da Associação de Engenheiros da Petrobras (Aepet), Fernando Siqueira, porém, ressalta que a Repsol foi beneficiada na privatização da YFP.
"A empresa foi comprada por um preço absurdamente baixo pois, na época da privatização, no governo de Carlos Menen, a Repsol usou uma auditoria norte-americana e conseguiu reduzir as reservas da empresa em 30%, para 1,6 bilhão de barris. Um mês depois, voltaram para 2,3 bilhões. Uma manipulação grosseira", lembrou, acrescentando que a atitude da Argentina "deve ser um exemplo para o Brasil, que precisa interromper os leilões de petróleo".
O vice presidente da Aepet lembra que, além de reduzir a produção, a Repsol-YPF não investiu na exploração de novas áreas para produção. E as reservas ficaram praticamente inalteradas desde a privatização: "No Brasil, a Repsol comprou Manguinhos, sucateou e depois devolveu", compara.
Fonte: Monitor Mercantil