Geografia
"O mundo é formado não apenas pelo que já existe, mas pelo que pode efetivamente existir." Milton Santos
quinta-feira, 18 de junho de 2020
quarta-feira, 17 de junho de 2020
Aula de Geografia. Tema: Regionalização Mundial na Guerra Fria.
Queridos visitantes este artigo constitui abordagem geográfica.
terça-feira, 29 de maio de 2018
Como a sociedade
alterou o ambiente ao longo de nossa história.
Autor: Edevaldo Braz
Nunes
Ao longo do processo de ocupação do
espaço geográfico várias modificações foram realizadas para atender a
necessidade das diversas civilização. Como consequência vários danos estão
sendo realizados ao meio ambiente, proporcionando modificações perversas aos
recursos naturais tanto renováveis como não renováveis, com isso a própria
sociedade vem sendo vítima das modificações que ela mesmo tem realizado.
Nas populações primitivas, podemos
mencionar os nômades, com esses já ocorria a exploração do meio, porém em
decorrência de vários fatores o processo de recuperação da natureza tornava-se
mais rápido, possibilitando que os recursos naturais não sofresse tanto com a
ação antrópica, já que esses migravam constantemente possibilitando a
recuperação dos recursos, podemos dizer que o homem vivia de forma harmônica
com a natureza. As técnicas rudimentares não possuíam o poder de destruição,
assim como os recursos tecnológicos presentes no mundo contemporâneo.
Os sistemas existentes em cada período
da história também foram responsáveis pela forma como a natureza é explorada,
se usarmos o exemplo das tribos indígenas antes da chegada dos colonizadores,
eles retiravam do meio ambiente apenas o necessário para sua sobrevivência, não
sentiam a necessidade de acumular alimentos e muitos menos bem materiais, pois
podiam retirar das florestas conforme precisavam, já que possuíam em
abundância, até pelo respeito que tinham por ela.
No entanto, com o passa do tempo
novas relações e novas técnicas foram sendo desenvolvidas e com isso a vida em
parceria natureza/homem passa a ser modificada. O surgimento do sistema
capitalista faz da natureza uma mercadoria e a preocupação na preservação
desses elementos ficam para segundo plano
Com as grandes
navegações no século XV, as novas descobertas e exploração de novos
territórios, possibilitou a acumulação de capital e consequentemente o
desenvolvimento de novas técnicas, pois cada uma das grandes potências
econômicas daquele período desejavam cada vez mais controlar o mercado mundial.
Com isso, no século XVIII surgi a revolução industrial, a parte desse momento
as fábricas necessitavam ainda mais de recursos naturais (matéria-prima) para
produção de um produto final. Esse fato fez explodir os impactos ambientais.
A poluição industrial ocorre em todos os
meios da biosfera, na água doce, nos oceanos, na atmosfera e no solo.
Conseqüentemente as comunidades biológicas dos ecossistemas estão em contato
com substâncias e materiais não naturais, a maioria dos quais causando algum
tipo de dano ecológico. A poluição industrial afeta diretamente o homem, uma
vez que estamos sujeitos a ingerir água e alimentos contaminados e respirar o
ar poluído. (GALVÃO,
2008)
A destruição das florestas para
abastecer as industrias, a exploração do carvão, ferro e demais recursos
naturais vão degradando o meio. O lançamento de CO2 decorrente da queima dos
combustíveis e das florestas eleva a poluição do ar. Os metais pesados lançados
através dos dejetos das indústrias e da exploração mineral tem contaminado os
recursos hídricos causando a morte de animais aquáticos e proporcionando
doenças na população urbana e rural.
Não podemos esquecer que o aparecimento da
industria proporcionou o surgimento dos grandes centros urbanos aumentando
ainda mais a dependência do homem em relação ao meio e elevando problemas como
a poluição sonora, visual, a escassez de água, falta de saneamento básico,
ocupação de áreas inadequadas para a urbanização, etc.
Com a necessidade de produção em
quantidade de alimentos o homem começou a utilizar os inseticidas e pesticidas,
fatos que tem possibilitado a mutação de insetos, contaminação de mananciais
(rios, lagos, lençóis subterrâneos, etc.) e elevado os índices problemas de
saúde da sociedade.
O aquecimento global tem modificado
as características naturais de diversas regiões, fenômenos como secas,
tempestades e enchentes começam a virá realidade e rotina em algumas lugares
modificando o cotidiano da população desse espaços.
Assim a disseminação de políticas de
preservação dos recursos naturais devem serem ampliadas, para que as futuras
gerações possam usufruir desses recursos, a sociedade de consumo deve rever
seus princípios e pensa num ambiente mais saudável.
Queridos visitantes este artigo constitui abordagem geográfica.
A importância da Ecologia e da Bioética para as
futuras gerações
Autor: Edevaldo Braz Nunes
O processo de produção do espaço
geográfico tem nos levado a imagina um modelo de vida onde a natureza seja
vista não apenas como uma fonte de renda, mais acima de tudo uma fonte de vida
para a presente e futuras gerações. Buscar ajuda na ecologia pode ser um dos
caminhos para podermos encontrar soluções saudáveis e realizar uma analise da bioética
possibilitará uma auto avaliação da práticas desenvolvidas ao meio a que nos
rodeia.
Ao longo das transformações que a
ação antrópica vem realizando no meio várias paisagens tem desaparecido, essas
por sua vez, habitat de diversas espécies nativas muitas delas que ao longo do tempo
contribuíram para manter a natureza em perfeita harmonia. Não restando opções
parte dessa fauna é obrigada a realizar um processo de migração procurando
adapta-se a novos ambientes, porém em muitos casos esses animais não resistem
as condições desses novos espaços acarretando infelizmente sua morte e inicio
de um processo de extinção de varias espécies. Compreender os componente que
constituem a fauna e a flora de uma determinada região contribuem para uma
melhor organização de políticas ambientais, essas por sua vez que tenham a finalidade
de manter a preservação, principalmente das espécies endêmicas desses ambientes
naturais.
Assim podemos ter a ecologia como
uma ferramenta essencial para a conservação do meio natural, pois a mesma tem a
capacidade de estudar a relação existente entre os seres vivos (bióticos) e os
seres que não possuem vida (abióticos), com isso compreender a morada, o
costume e as relações entre esses elementos facilitará que o homem posso
promover políticas de conscientização que venha atender a sociedade presente,
porém também visando as futuras gerações. Identificar as transformações desses
espaços e realizar uma comparação dos mesmos ao longo do processo histórico enriquecerá
os embasamentos teóricos, para que, a sociedade possa ver em dados concretos o
quanto temos destruído a nossa própria morada e nossa vida. Cassini,
(2005, p.05) "...ecologia
estuda as relações existentes entre os indivíduos e entre as diferentes
comunidades da espécie humana, bem como as suas interações com o ambiente em
que vivem, a nível fisiográfico, ecológico e social."
As tribos indignas antes do processo
de colonização conseguiam retira da natureza tudo que necessitavam e ainda
tinham a capacidade de manter uma relação praticamente harmônica sem causa
tantos danos aos ecossistemas. No entanto, hoje podemos observar que essas
relações tem sofrido um enorme avanço de destruição e muitos povos indígenas
não conseguem mais retira da natureza tudo aquilo que necessita, praticamente
tornando-se dependentes de alguns produtos industrializados. É por meio da
ecologia que podemos evidencia essas transformação ocorridas nos ecossistemas
onde essas tribos estão localizadas, compreender a relação desses ambiente
facilitará melhores investimentos em políticas públicas que venham atende esses
povos que não podem desfrutar de todos aqueles recursos naturais que seus antepassados
desfrutavam.
O ser humano tem procurado explorar
o máximo os recursos e até mesmo a vida das pessoas, não bastante a natureza o
próprio homem tem se transformado em mercadoria, porém esse processo de
exploração visa atender apenas uma pequena classe social, maioria da população
ainda vive em condições precárias, concentrando-se, principalmente, nas áreas
periféricas dos grandes centros urbanos. Com isso, a existência da Bioética tem
papel fundamental, por meio da mesma pode-se ocorrer uma investigação dessas
práticas desenvolvidas em laboratórios, verificando até onde elas estão
ultrapassando os limites e até mesmo sua finalidade, se tem como objetivo
atender a sociedade de forma geral ou apenas uma pequena elite que detém maior
parte do capital do planeta.
Através da Bioética a sociedade pode
estudar normas que venham atender as necessidades da vida humana, ter
consciência do que tem ocorrido não é tentar barrar o desenvolvimento da
ciência, mais apenas possibilitar a construção de uma sociedade mais justa e
igualitária onde todos tenham o direito de usufruir de uma vida que venha
atender no mínimo suas necessidades básicas presentes na constituição.
A bioética é portanto um instrumento
importante para a socialização do debate sobre as tecnociências, muito embora
não seja fácil para quem não é especialista compreender o que se passa na área
de ciências biológicas como também as rápidas repercussões das pesquisas
básicas na frente industrial e financeira que têm ou terão repercussões na
sociedade. SILVA, [20??] p.
5
Por fim, podemos concluir que a
Ecologia e a Bioética aplicada as atividades desenvolvida ao meio que nos
envolve contribuirá no desenvolvimento de ações que possam atender a sociedade
e a natureza sem priorizar ou selecionar uma pequena parcela da mesma. Além de
permitir que as futuras gerações possam usufruir dos recursos naturais e de uma
sociedade onde os princípios éticos venham favorecer na construção de um espaço
mesmo conflituoso.
Queridos visitantes este artigo constitui abordagem geográfica.
A importância das políticas
ambientais para as futuras gerações
Autor: Edevaldo Braz Nunes
O longo processo de apropriação dos
recursos naturais, principalmente, após a revolução industrial tem
possibilitado uma grande destruição do meio ambiente, onde os interesses
capitalistas muitas vezes estão acima da conscientização de preserva. Assim o
uso descontrolado de recursos nos leva a imaginar como será o futuro das
próximas gerações caso providências ou as aplicações das leis ambientais não
sejam cumpridas.
Vivemos em sociedade, nessa ocorre
uma relação entre indivíduos em alguns casos harmônicas e em outros não. Porém,
ambos buscam atender suas necessidades e a matéria prima para o produto final
tem como ponto inicial os recursos naturais, sejam eles renováveis ou
não-renováveis, assim para ocorrer uma relação pacífica ou menos conflituosa já
que para atender seu bem está social o homem tem modificado a configuração do
espaço possibilitando o surgimento de problemas tais como a poluição sonora,
visual, dos recursos hídricos, desmatamento, queimadas, etc. deve existe leis
que possam controlar esse processo de exploração dos recursos naturais e
minimizar os problemas ambientais, já que temos que imaginar que futuras
geração também necessitaram da natureza para retirar o necessário para sua
sobrevivência.
Sabemos que a qualidade do ar é de
fundamental importância para uma qualidade de vida saudável das futuras
gerações. Assim a existência do código florestal favorece a preservação,
principalmente das florestas, fato favorável para conservação da vida de
espécies pertencentes a fauna e flora, essas por sua vez muitas em processos de
extinção. Com a preservação dessas especiais no futuro a sociedade pode
usufruir de um ar mais puro, de plantas que poderão ser essenciais para
produção de medicamentos e animais que favoreçam o equilíbrio da cadeia
alimentar.
"A
Lei Federal No. 5.197/1967, Lei de Proteção à Fauna, proíbe a utilização,
perseguição, destruição, caça ou apanha de animais de quaisquer espécies, em qualquer
fase de seu desenvolvimento e que vivem naturalmente fora do cativeiro (fauna
silvestre), bem como seus ninhos, abrigos e criadouros naturais. Tanto os
animais silvestres, que nascem em território brasileiro, quando os animais que,
através de rotas migratórias, vivem no Brasil durante um período de sua vida,
são protegidos." MARQUES, 2006, p
11.
No decorrer da explorar das
florestas muitos animais se encontram em processo de extinção fator agravante,
já que as futuras geração podem deixa de conhecer a diversidade da fauna,
muitas paisagens naturais tem sido substituída por outdoor possibilitando uma
poluição visual ao longo de rodovias e centros urbanos. O desenvolvimento de
lei que possam barrar essa expansão possibilitará que medidas sejam realizadas
no presente facilitando uma melhor organização do espaço geográfico para as
futuras gerações, esse tipo de poluição deforma a estética natural do espaço
impossibilitando muitas vezes que patrimonial arquitetônicos seja ocultados
pela ocupação do solo de forma desordenada, assim os municípios pesando na
organização, ocupação do solo e estética poderá intervir nesses meios
descontrolados de se fazer publicidade, fortalecendo a legislação municipal,
fato que irá promover um bem está a que venha usufruir desses locais.
No território brasileiro podemos
mencionar as áreas de APPs, ou seja, Áreas de Preservação Permanente essas
possibilitam a preservação de região consideradas frágeis, exemplo disso temos
as matas ciliares, localizada as margem de mananciais favorecem uma menos
destruição dos recursos hídricos, esses são essenciais para o abastecimento
humano e para o desenvolvimento de atividades realizadas para suprir as
necessidades humanas. A conservação dessa vegetação minimiza o processo de
erosão das margens de rios e lagos que
sem essas vegetação ficam expostas ao assoreamento. Dai a grande importância
das áreas de APPs definidas no artigo 2º, já que a água é um elementos
fundamental para a sobrevivência humana.
A
Lei Federal No. 9.985/2000 instituiu o Sistema Nacional de Unidades de
Conservação da Natureza (SNUC), estabelecendo critérios e normas para a
criação, implantação e gestão das unidades de conservação. Essa Lei subdivide
as categorias de UCs em Unidades de Proteção Integral e Unidades de Uso
Sustentável. As UCs de Proteção Integral são Estação Ecológica, Reserva
Biológicas, Parque Nacional Monumentos Natural e Refúgio de Vida Silvestre, As
UCs de Uso Sustentável são Área de Proteção Ambiental (APA), Área de Relevante
Interesse Ecológico, Floresta Nacional, Reserva Extrativita, Reserva de Fauna,
Reserva de Desenvolvimento Sustentável e Reserva Particular do Patrimônio
Natural (RPPN). Cada tipo de UC, além de ter como objetivo a conservação da
natureza, tem objetivo específico definidos nessa Lei. MARQUES, 2006, p
14.
Assim
as leis ambientais tem papel essencial para conservação da natureza,
possibilitando que a presente e futuras gerações possam retirar do meio os
recursos naturais necessários para ter uma condição de vida saudável. Essa
legislação minimiza o conflitos gerado entre membros da sociedade que muitas
vezes se apropriam da natureza para interesses pessoais. No entanto, não basta
apenas existe as leis, mais acima de tudo que essas sejam levadas ao
conhecimento da humanidade, só dessa forma poderemos oferecer uma ambientes com
melhores qualidades para as futuras geração.
Queridos visitantes este artigo constitui abordagem geográfica.
sexta-feira, 20 de março de 2015
Produção de um currículo
democrático, caminho para um novo modelo educacional.
Edevaldo
Braz Nunes
O
modelo de educação brasileiro sempre foi baseado no tradicionalismo e voltado
para atender, principalmente o sistema econômico. No entanto, em pleno mundo
contemporâneo a renovação desses sistema se faz necessário a construção de um
currículo inovador e uma didática participativa é o caminho para construção de
um novo sistema educacional que torne a escola vista com novos olhares, ou
seja, um ambiente mais atrativo onde a realidade do aluno seja respeitada e as
comunidade escolar também possa participar desse nova transformação da
educação.
Palavras
Chaves: Currículo, Interdisciplinaridade e Comprometimento.
01
- Introdução.
O processo de ensino e aprendizagem brasileiro
necessita de uma renovação em seu currículo, pois os métodos tradicionais
aplicados em decorrência da dinâmica cultural brasileira não surtem mais frutos
diante das mudanças contemporânea do mundo capitalista. Temos uma sociedade envolvida
com as tecnologias da informação e comunicação que vai além do espaço escolar,
onde as informação circulam de forma mais rápida e o modelo de educação
tradicional brasileira não desperta a atenção de seu público-alvo.
Embora, exista uma resistência na
mudança algumas instituições já demonstraram que a inovação é possível e os
resultados aparecem ao passo que os desafios são enfrentados sem medo das
críticas que sugiram no inicio da nova experiência. Um exemplo o qual podemos
mencionar e tomar como referencia ao longo desse trabalho é o projeto
"Aprender com liberdade na Amorim Lima" instituição localizada no
estado de São Paulo.
Assim ao longo desse devido ensaio
será demonstrado que a inovação é possível e que prática e currículo devem
caminhar lado a lado para formação de uma sociedade mais justa e igualitária
onde os direitos e deveres dos cidadãos sejam respeitados conforme menciona a
constituição brasileira.
A primeira parte tratara da nova
visão de educação onde a escola Amorim Lima será o exemplo abordado, onde a
mesma demonstra que aplicação de um nova currículo e uma prática onde o aluno
tenha liberdade de expressão e possa relacionar sua vida cotidiana aos temas
propostos no currículo facilita o processo de aprendizagem e tira a monotonia
existente nos modelos arcaicos de educação.
Em segundo momentos abordaremos os
desafios a serem enfrentados para concretização do novo modelo educacional,
onde a cultura do comodismo tem dificultado a implantação de uma escola
inovadora.
Por fim, uma explanação que sonho é
o passo inicial para o fortalecimento desse novo projeto de mudanças para
construção da sociedade que desejamos, ou seja, aquela que busca a igualdade
entre todos.
02 - Didática e o currículo
inovador do projeto "aprender com liberdade na Amorim Lima".
O
currículo onde a interdisciplinaridade seja abordado de forma explicita
facilitará o processo de aprendizagem do aluno. Segundo o minidicionário
Houaiss: "currículo: programação de
um curso ou de matéria a ser examinada”. Assim, o novo currículo deve
programar a inclusão tecnológica, já que o mundo globalizado é decorrente dessas
TICs.
No entanto, outra concepção de bem
mais ampla segundo Moreira, 2009 pág 6:
...
uma proposta ou plano capaz de definir o que fazer nas escolas, o conjunto de
objetivos educacionais a serem alcançados e, ainda, o próprio processo de
avaliação (já que os exames nacionais têm tendido a fornecer significativos
subsídios para o processo de elaboração do currículo).
Conforme mencionado acima, os
currículos tem sido desenvolvidos buscando atender o que o próprio sistema
procura abordar, ou seja, as avaliação, principalmente externas. Porém, ao
passo que esses são produzidos com essa finalidade muitas vezes deixa de
relacionar a realidade local do aluno, ponto negativo já que ao vir a escola
ele traz consigo o experiência do espaço
vivido. "..., os alunos de hoje
pesam e processam as informações bem diferentes das gerações anteriores. Estas
diferenças vão mas longe e mais intensamente do que muitos educadores suspeitam
ou percebem." (PRESNKY, pág.01. 2001)
O caso da Escola de Ensino
Fundamental Desembargador Amorim Lima, uma instituição pública localizada no
estado de São Paulo. Essa tem dentro de seu projeto pedagógico buscar a
valorização da autonomia do aluno, além da gestão democrática. Ao se sentir
peça desse grande relógio cada aluno pode oferecer sua parcela de contribuição
para o funcionamento, e ao ver os resultados surtirem efeito tornam-se mais
estimulados a permanecerem naquele ambiente de aprendizagem.
"gestão
participativa, com processo decisório que incluem estudantes, educadores e
funcionários; e organização pedagógica como centro de estudos, em que os
estudantes definem suas trajetórias de aprendizado, sem currículos com compulsórios"
SINGER
A
escola em eu currículo deve abrir suas pontas a comunidade, pois é ela que
conhece a realidade de seus membros, esse comunidade escolar saber a
necessidade e os problemas, assim o trabalho em conjuntos facilitará o desafio
de enfrentar um modelo com características ainda em muitos casos arcaicos.
2.1 Os desafios na construção do
currículo.
São vários os desafios presentes em
nossa sociedade para a construção de um currículo que velha atender as
necessidades de nossos educandos, podemos citar: a ausência da família na
escola, falta de comprometimento de alguns profissionais, o interesse da
máquina pública em uma educação de quantidade e não de qualidade, a questão
social das família, etc.
O processo de formação do território
brasileiro muito contribuiu para formação do currículo, seja pela catequização
realizada pelos jesuítas ou pela educação tendo vista ser privilégio da elite e
para atender seus interesses. Assim, a forma de produção do conhecimento
"sempre" buscou mostrar de forma desconectada a relação entre as
disciplinas para dificultar o senso critico da sociedade, pois cada uma tinha
por finalidade atender os senhores que detinham o capital.
O
ensino não é pratica orientada pela didática, o que lhe daria um caráter prescritivo,
no entanto, a Didática participa da trama das ações políticas, administrativas,
econômicas e culturais contextualizadas, que incidem na práxis do ensino.
CONTRERAS, 1990, Pág 17 apud PIMENTA, FUSARI, ALMEIDA e FRANCO,
No entanto, a escola é a principal responsável,
pois ao passo que ela tem o papel de socializar seu público cabe a essa
instituição atrair a família e, consequentemente, lutar pela busca da
concretização de um currículo que realmente atenda as necessidades da
comunidade escolar.
"...
os professores comprometidos com a educação de seus alunos não podem deixar de
se interrogar sobre a importância e relevância daquilo que estão
ensinando." SANTOS, pág, 11. O professor tem um papel fundamental,
pois é ele o responsável de transmitir as informações aos alunos, para que, os
mesmo possam transformar essas informações em conhecimento. Assim, na
elaboração do currículo de sua disciplina ela sempre deve esta presente, já que
ele conhece a realidade de seu aluno e procurar fazer uma interdisciplinaridade
para facilitar a aprendizagem de seu público.
2.2 - O sonho como passo inicial
para o fortalecimento desse novo projeto.
Para concretização de qualquer
projeto primeiramente temos que possuir um sonho, esse que se planejado ira
passar a contribuir para a aprendizagem
de muitos que necessitam. A Escola Amorim Lima é um exemplo claro como varias
outras, embora nem todos sintam a firmeza necessária para o fortalecimentos do
projeto inovador aqueles que acreditam já ofereceram um grande salto para o
futuro.
...
as escolas públicas podem exercer a autonomia que está prevista na lei e
repensar seus formatos, mas precisam aceitar que a mudança implica novos
desafios e traz novas perguntas. E, claro, novos processos esticam os
horizontes das pessoas e, como geram impactos diferentes em cada um, demandam
tempo para sejam digeridos e aprendidos.YANEZ, Pág 50
A busca pelo novo, o envolvimento
das comunidade escolar, a gestão escolar democrática, formação de currículo
adaptado a realidade do aluno e uma didática onde educandos tenham liberdade de
expressão pode sem dúvida contribui para transformar o que muitos tem como
utopia e algo real. Cada um deve ser um sonhador e colocar em prática seu
projeto de vida, assim o elo poderá forma uma sociedade onde os cidadão possam
realmente exercer sua cidadania.
03 - Conclusão
Podemos concluir ao longo deste
trabalho que ainda existe uma certa resistência por parte da sociedade com
relação a produção de um novo currículo onde novos métodos sejam implantados.
Porém, fica claro nas diversas experiências que
é possível um novo modelo onde nosso público algo tenha mais liberdade
de participar no processo de construção de uma gestão democrática.
Enfim, jamais temos que dobrar os
braços para as dificuldades existentes desde o inicio de transformação e
implantação dos sistema educacional brasileiro onde predomina o
tradicionalismo. A mudança é possível desde que toda comunidade escolar de
envolva na construção de um novo currículo e implantação de uma nova didática
voltada, principalmente para atender as necessidades sociais existentes no
território brasileiro.
04 - Referencias Bibliográficas
Minidicionário
Houaiss da língua portuguesa/ organizado pelo Instituto Antônio Houaiss de
Lexicografia e Banco de Dados da Língua Portuguesa S/C Ltda - 2ed.rev. e aum -
Rio de Janeiro: Objetiva, 2004.
GRAVATÁ, André.
PIZA, Camila. MAYUMI, Carla. SHIMAHARA, Eduardo. Volta ao mundo em 13 escolas. São Paulo: Fundação Telefônica.
2013.
Ministério da
Educação. Secretaria de Educação a Distância. Currículo: conhecimento e cultura. Ano XIX - Nº 1 - Abril/ 2009
A construção da didática no gt Didática - análise de
seus referenciais.
Revista Brasileira de Educação. Vol.18, Nº52. Rio de Janeiro/ Mar. 2013
AS NOVAS TECNOLOGIAS E SUA RELAÇÃO COM A APRENDIZAGEM
Os meios tecnológicos tem invadido o espaço
possibilitando a diminuição ainda mais entre as pessoas, não diferente a
educação tem recebido essa inovação ainda de forma diferenciada. Pois, alguns
lugares continuam desprovidos desses recursos uma consequência da desigualdade
existente no mundo capitalista.
As tecnologias da informação e comunicação facilitou a
vida de pessoas que ou pela distancia ou pelo tempo tinha dificuldade ao acesso
a educação. Porém, devemos ter consciência que embora tenha facilitado a nossa
vida, não podemos nos prender apenas a esse recurso, a prática se faz
necessária, já que muitas vezes os recursos tecnológicos não são capazes de
demonstrar a afetividade. Outro problema se refere a capacitação dos
profissionais da educação muitos ainda resistem a esses meio como ferramenta
pedagógica, deixando a tradicionalidade prevalecer em pleno auge do avanço
tecnológico.
A mídia pode atrair ainda mais os alunos desde que seja
utilizado de forma adequada seja vídeos, músicas, etc. No entanto, muitos
professores tem utilizado esses recursos sem nenhum planejamento, algo que foge
do contexto da disciplina e acabam sedo criticados, pois quando é recorrido
dessa forma acabam por serem anti-éticos. Além de dificultar a aprendizagem de seu
público.
Pesquisas podem ser realizadas com maior facilidade,
principalmente por meio da rede mundial de computadores. A internet tem sido um
atrativos e quando são desenvolvidas interfaces dinâmicas com visualização
diversificada a educação torna-se ainda mais prazerosa, onde o aluno pode busca
o que deseja de forma divertida e menos cansativa.
Os profissionais podem usar meios como blogs, site, rede
sociais e outros para explicar a importâncias das TICs demonstrando seus
benefícios e malefícios. Além do mais as interfaces facilitam que os
profissionais produzam conforme a sua necessidade e finalidade a qual deseja
alcança de seu público.
Assim não podemos fugir da realidade as tecnologias estão
presentes e devemos nos qualificar para atender a necessidade de nosso público
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terça-feira, 17 de julho de 2012
Bacia Sedimentar
Por Caroline Faria
As bacias sedimentares são um elemento importantíssimo do relevo terrestre, pois constituem a maior fonte de informações sobre o passado da Terra, principalmente no que diz respeito aos tipos de fauna e flora e constituições do relevo que já existiram na superfície.
As bacias sedimentares são depressões na superfície que, com o tempo,
foram sendo preenchidas por sedimentos (substâncias depositadas nestas
depressões) de três tipos principais diferentes de acordo com a origem:
estruturas ou materiais de origem biológica como restos de animais,
fragmentos de conchas, ossos, recifes de coral (até mesmo inteiros), ou
restos de animais; materiais depositados pelo efeito da erosão de áreas
adjacentes à bacia pela ação do vento, água, geleiras
ou rios; e materiais precipitados em corpos d’água dentro da bacia
(quando no local da bacia existiu um lago, ou mesmo regiões ocupadas
pelo mar, por exemplo). Ainda de acordo com a origem dos sedimentos,
podemos dividir as bacias sedimentares em três tipos: aquelas que são
constituídas exclusivamente por sedimentos do meio terrestre; as que são
constituídas exclusivamente por sedimentos do meio marinho; e as que
são constituídas por sedimentos de ambos os meios, sendo este último o
tipo mais comum.
De acordo com o tipo de material depositado e outras características da bacia sedimentar os estudiosos da Estratigrafia (ciência que estuda os estratos – camadas – do relevo) conseguem dizer que tipo de relevo existiu naquele determinado local e como ele se formou e modificou ao longo do tempo. A Estratigrafia, aliás, é uma das ciências que possibilita aos paleontólogos afirmar sobre a existência de espécies diferentes de animais (como os dinossauros, por exemplo), em uma determinada época.
As bacias sedimentares, assim como a maior parte do relevo terrestre, são áreas que estão em constante processo de renovação. Devido ao depósito constante de sedimentos, ou a outros fatores tectônicos, elas continuam “afundando” (movimento chamado de “subsidência”) cedendo espaço para mais camadas de sedimentos que vão sendo depositados. Só que este movimento é muito lento e não pode ser percebido facilmente em um período de tempo curto (a deposição de uma camada significativa de sedimentos leva alguns milhares de anos para ocorrer).
Na maioria dos casos as bacias sedimentares estão localizadas em regiões limítrofes de placas tectônicas e são classificadas em: bacias extensionais, quando localizadas nas margens construtivas das placas; bacias colisionais, quando localizadas em margens destrutivas de placas; bacias transtensionais, quando localizadas nas margens transformantes de placas tectônicas. E, existem ainda, as bacias sedimentares formadas em locais longe dos limites de placas tectônicas, como as bacias intra-cratônicas, formadas aparentemente, por movimentos do manto terrestre.
O Brasil tem cerca de 60% de seu território ocupado por bacias sedimentares dividas em três tipos: as de grande extensão, como as bacias Amazônica, do Parnaíba (ou Meio-Norte), do Paraná (ou Paranaica) e a Central; as de menor extensão, como as bacias do Pantanal Mato-Grossense, do São Francisco (ou Sanfranciscana), do Recôncavo Tucano e a Litorânea; e, ainda bacias muito pequenas denominadas de bacias de compartimento de planalto, como as bacias de Curitiba, Taubaté e São Paulo, entre muitas outras.
Fonte: http://www.infoescola.com/geografia/bacia-sedimentar/
De acordo com o tipo de material depositado e outras características da bacia sedimentar os estudiosos da Estratigrafia (ciência que estuda os estratos – camadas – do relevo) conseguem dizer que tipo de relevo existiu naquele determinado local e como ele se formou e modificou ao longo do tempo. A Estratigrafia, aliás, é uma das ciências que possibilita aos paleontólogos afirmar sobre a existência de espécies diferentes de animais (como os dinossauros, por exemplo), em uma determinada época.
As bacias sedimentares, assim como a maior parte do relevo terrestre, são áreas que estão em constante processo de renovação. Devido ao depósito constante de sedimentos, ou a outros fatores tectônicos, elas continuam “afundando” (movimento chamado de “subsidência”) cedendo espaço para mais camadas de sedimentos que vão sendo depositados. Só que este movimento é muito lento e não pode ser percebido facilmente em um período de tempo curto (a deposição de uma camada significativa de sedimentos leva alguns milhares de anos para ocorrer).
Na maioria dos casos as bacias sedimentares estão localizadas em regiões limítrofes de placas tectônicas e são classificadas em: bacias extensionais, quando localizadas nas margens construtivas das placas; bacias colisionais, quando localizadas em margens destrutivas de placas; bacias transtensionais, quando localizadas nas margens transformantes de placas tectônicas. E, existem ainda, as bacias sedimentares formadas em locais longe dos limites de placas tectônicas, como as bacias intra-cratônicas, formadas aparentemente, por movimentos do manto terrestre.
O Brasil tem cerca de 60% de seu território ocupado por bacias sedimentares dividas em três tipos: as de grande extensão, como as bacias Amazônica, do Parnaíba (ou Meio-Norte), do Paraná (ou Paranaica) e a Central; as de menor extensão, como as bacias do Pantanal Mato-Grossense, do São Francisco (ou Sanfranciscana), do Recôncavo Tucano e a Litorânea; e, ainda bacias muito pequenas denominadas de bacias de compartimento de planalto, como as bacias de Curitiba, Taubaté e São Paulo, entre muitas outras.
Fonte: http://www.infoescola.com/geografia/bacia-sedimentar/
Queridos visitantes este artigo constitui abordagem geográfica.
Geografia de Pernambuco
Pernambuco é
um dos estados da região Nordeste, localizado no centro-leste dessa
região. É um dos menores Estados brasileiros, com uma área de 98.311,616
km ². A capital de Pernambuco é Recife.
Os limites do Estado de Pernambuco são os seguintes:
- Norte – Ceará e Paraíba
- Sul – Bahia e Alagoas
- Leste – Oceano Atlântico
- Oeste – Piauí

Apesar de ser um estado pequeno, as paisagens em Pernambuco são diversas. Pode-se classificar em três regiões:
- Zona da Mata (faixa próxima ao litoral) – A maior cidade nessa região é a capital, Recife. O litoral Pernambucano tem belas praias, destacando-se a Praia de Boa Viagem (na própria capital), e Porto de Galinhas. Toda a faixa é uma grande planície, com alguns locais abaixo do nível do mar, várzeas e lagos. A vegetação predominante são os manguezais. O clima na Zona da mata é tropical.
- Agreste (faixa de transição) – A maior cidade dessa região é Caruaru, a 120 km de Recife. Trata-se de um planalto, com altitudes que variam de 400 a 1000 metros. A vegetação predominante é a Mata Atlântica. O clima no agreste é semi-árido.
- Sertão (zona semi-árida) – Trata-se do oeste do Estado, região marcada por Serras, Chapadas e Depressões. A principal cidade da região é Petrolina. A vegetação típica da região é a caatinga. O clima é semi-árido quente.
Ao sul do estado encontra-se uma região serrana, continuação da Chapada Diamantina (Bahia). Devido a altitude, as cidades de Garanhuns e Gravatá são conhecidas pelo clima moderado.
Os rios mais importantes de Pernambuco são: Rio São Francisco, Capibaribe, Una, Pajeú, Ipojuca, e Jaboatão.
Outras cidades importantes de Pernambuco são: Olinda, Jaboatão dos Guararapes, Paulista e Camaragibe.
Outro grande destaque de Pernambuco é o Arquipélago de Fernando de Noronha, formado por vinte e uma ilhas, localizado a uma distancia de 545 km de Recife.
Fonte: http://www.infoescola.com/geografia/geografia-de-pernambuco/
- Norte – Ceará e Paraíba
- Sul – Bahia e Alagoas
- Leste – Oceano Atlântico
- Oeste – Piauí

Apesar de ser um estado pequeno, as paisagens em Pernambuco são diversas. Pode-se classificar em três regiões:
- Zona da Mata (faixa próxima ao litoral) – A maior cidade nessa região é a capital, Recife. O litoral Pernambucano tem belas praias, destacando-se a Praia de Boa Viagem (na própria capital), e Porto de Galinhas. Toda a faixa é uma grande planície, com alguns locais abaixo do nível do mar, várzeas e lagos. A vegetação predominante são os manguezais. O clima na Zona da mata é tropical.
- Agreste (faixa de transição) – A maior cidade dessa região é Caruaru, a 120 km de Recife. Trata-se de um planalto, com altitudes que variam de 400 a 1000 metros. A vegetação predominante é a Mata Atlântica. O clima no agreste é semi-árido.
- Sertão (zona semi-árida) – Trata-se do oeste do Estado, região marcada por Serras, Chapadas e Depressões. A principal cidade da região é Petrolina. A vegetação típica da região é a caatinga. O clima é semi-árido quente.
Ao sul do estado encontra-se uma região serrana, continuação da Chapada Diamantina (Bahia). Devido a altitude, as cidades de Garanhuns e Gravatá são conhecidas pelo clima moderado.
Os rios mais importantes de Pernambuco são: Rio São Francisco, Capibaribe, Una, Pajeú, Ipojuca, e Jaboatão.
Outras cidades importantes de Pernambuco são: Olinda, Jaboatão dos Guararapes, Paulista e Camaragibe.
Outro grande destaque de Pernambuco é o Arquipélago de Fernando de Noronha, formado por vinte e uma ilhas, localizado a uma distancia de 545 km de Recife.
Fonte: http://www.infoescola.com/geografia/geografia-de-pernambuco/
Queridos visitantes este artigo constitui abordagem geográfica.
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