domingo, 7 de agosto de 2011

Governo aposta na contrainformação para desmobilizar a greve dos professores

Os fatos abaixo desnudam a tentativa do Governo do Estado em desmobilizar a legítima e legal greve dos professores do Estado, através da contrainformação (ou desinformação):

  1. Após meses de negociações com o Governo, o Sindicato-APEOC se cercou de informações e dados técnicos que comprovam que o Estado do Ceará, além de pagar um dos piores salários do país, é o Estado do Nordeste que menos investe no pagamento de professores, seja considerando o total dos recursos da Educação, seja considerando os recursos do FUNDEB;

  2. Durante todo o processo de negociação o Governo sonegou informações solicitadas por nosso técnico em orçamento público e plano de carreira;

  3. É notório para a sociedade cearense que o Sindicato insistiu e insiste nas negociações, fato público demonstrado nas Assembléias da categoria;

  4. Na audiência do último dia 28 de julho com o Governador do Estado, Secretaria da Educação e Sindicato-APEOC, o Chefe do Executivo, mesmo frente a vários apelos de dirigentes do Sindicato-APEOC, disse que não caberia discussão sobre a proposta de tabela e que enviaria a Proposta para Assembleia Legislativa na semana seguinte. O ato político do Governador encerrou as negociações. No mesmo dia o Governo publicou em seu site o conteúdo da proposta, não negociada e sim imposta, o que reafirma o ato de encerramento das negociações por parte do Governo. O Governo estava informado que no dia 01 de agosto a categoria tinha marcado Assembleia Geral para deliberar pela greve ou não, essa decisão dependia do resultado da audiência;

  5. A audiência marcada posterior à audiência com Governador, com Secretários da Educação e Fazenda, por solicitação do Sindicato APEOC, tinha objetivo claro definido, qual seja a demonstração por parte da Assessoria Técnica do Sindicato APEOC que o Governo tem margem no FUNDEB para investir no pagamento do magistério. Na audiência do dia 28 de julho o Governador deixou claro o limite da audiência com SEDUC/SEFAZ, ou seja, não mais estava em discussão a proposta de tabela e sim verificar a possibilidade "benefícios futuros", como reajuste diferenciado em janeiro de 2012;

  6. Sobre a informação do Governo de que o incremento no salário inicial do graduado seria de 45%, na realidade não chega a 37%, mas a questão central é que mesmo para esse grupo (de aproximadamente 3.000 professores, o que corresponde a apenas 7,33% da categoria, considerando o quadro de efetivos de 22.000 professores),a proposta do governo não é vantagem, posto ocorre que pelo plano de carreira vigente o ganho desse pessoal com a especialização é de 47,77% a mais no seu salário atual; considerando o mestrado, o ganho é de 55,68%; no entanto, o Governo, pela nova tabela, impõe gratificação de R$ 90,00 para especialista e R$ 180,00 para mestre;

  7. Os atuais professores graduados em início de carreira já estão no prejuízo, pois em julho de 2009, logo após ter ingressado com a ADI contra o piso, o Governo extinguiu gratificações a exemplo do incentivo profissional e lotação em determinados locais, através da Lei nº 14.431.

  8. Afirmar que a carreira atual é inacessível para maioria da categoria, pois dependeria ser mestre ou doutor é inverdade, pois o fato concreto é que mais de 70% do quadro de efetivo encontra-se na referência 24 (última referência da classe do especialista), considerando carreira com total de 30 referências. Na verdade, o Plano de Carreira atual é de 1993, precisando haver apenas "descompressão", ou seja, criação de novas referências para possibilitar a continuidade da carreira, e não extirpar da carreira os especialistas, mestres e doutores;

  9. A proposta do Governo incorpora vantagens (Vantagem Pessoal Nominalmente Identificada) e a gratificação de regência de classe, que é de 10% sobre o vencimento salarial do professor, o que é vedado pelo Supremo Tribunal Federal, fato a ensejar Reclamação do Executivo Estadual ao Supremo Tribunal Federal.

Estamos absolutamente convictos de que a atual proposta do Governo retira a mínima atratividade ainda existente na carreira , reduzindo drasticamente, por consequência, o interesse em nela se ingressar e o pior, gerando forte fuga de professores do magistério estadual, instalando na educação pública estadual verdadeiro caos, diante da falta de professores.

Diante do exposto, o Sindicato-APEOC lamenta a postura do Governo de tentar confundir a sociedade e reafirma a necessidade urgente de abertura das negociações, para que, chegando-se ao bom termo, a Greve Geral Interior e Capital chegue ao seu fim através de decisão da Assembleia Geral da Categoria.

Fonte: APEOC


Abertas as inscrições para o Desafio 2011!


As inscrições para o Desafio National Geographic 2011 já estão abertas.

Educador, cadastre sua escola e participe da maior Olimpíada de Geografia do Brasil!

Acesse o Calendário e o Regulamento para conhecer todas as etapas e os procedimentos do concurso.

Importante: mesmo quem participou da edição de 2010 deve se cadastrar novamente.

Incentive seus alunos a participar. Se sua escola participou das últimas edições, registre abaixo como foi a experência com seus alunos.

A Viagem do Conhecimento está só começando.



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“Enem não tira Férias”

Cerca de 50 alunos da Escola de Ensino Médio Joaquim Valdevino de Brito, situada no município de Crato, participaram do projeto "Enem não tira férias", iniciativa da da Secretaria da Educação (Seduc), através das Coordenadorias Regionais de Desenvolvimento da Educação (Credes).

Os estudantes matriculados nos segundos e terceiros anos do ensino médio participaram de aulões, entre os dias 25 e 29 de julho, realizando simulados direcionados para o Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM) nas disciplinas de matemática, física, português, redação, química e biologia, ministrados pelos professores Adriana Cardoso, Ricardo e Tatiane Noronha, respectivamente.

O projeto “Enem não tira Férias” aconteceu durante todo o mês de julho, período das férias escolares, com o objetivo de reforçar a aprendizagem dos alunos do ensino médio que farão o concurso marcado para ser realizado em outubro.

segunda-feira, 4 de abril de 2011

Tremor arrasa cidades e provoca crise nuclear

José Renato Salatiel*
Especial para a Página 3 Pedagogia & Comunicação
Atualizado em 31/03/11, às 15h28.

Um terremoto de 9 graus na escala Richter, o mais forte já registrado no Japão, causou um tsunami que devastou a costa nordeste do país no dia 11 de março. Ondas de até 10 metros de altura arrastaram tudo que encontravam pela frente – navios, barcos, carros, casas e pessoas.

Direto ao ponto: Ficha-resumo

O número de mortos chega a mais de 4 mil, a maioria na província de Miyagi, localizada próximo ao epicentro. Outras 9.083 continuam desaparecidas. Cidades inteiras foram destruídas. Em outras localidades, faltam água, luz, alimentos e combustível.

O tsunami também danificou as instalações de usinas nucleares. No complexo de Fukushima Daiichi, uma das 25 maiores usinas do mundo, em quatro dias ocorreram três explosões na estrutura que abriga os reatores.

O acidente elevou uma nuvem radioativa que obrigou a retirada emergencial de 200 mil moradores da região. A população de Tóquio, capital, está assustada com a possibilidade dos ventos espalharem a radioatividade para o restante do país. A exposição prolongada à radiação causa mutação celular e câncer.

Cientistas alertaram para o risco de um acidente nuclear como o ocorrido em Tchernobil, na Ucrânia, em 1986. Na época, a radiação se espalhou pela Europa, matando milhares de pessoas e contaminando o solo. Foi o pior desastre nuclear da história.

A diferença é que, no caso de Tchernobil, houve explosão no reator nuclear, liberando partículas radioativas na atmosfera. No Japão, os problemas foram causados pela falha no sistema de resfriamento dos reatores, que geram energia elétrica a partir do urânio.

Desde então, as equipes tentam impedir o derretimento do núcleo dos reatores, o que causaria uma catástrofe atômica.

O Japão usa energia nuclear há quatro décadas, sem nunca ter registrado acidentes. São 55 reatores em operação em 17 usinas que, juntas, são responsáveis pela geração de um terço da energia elétrica consumida no território japonês.

Em comparação, o Brasil possui duas usinas em funcionamento, Angra 1 e Angra 2, ambas situadas na cidade de Angra dos Reis, no litoral sul do Rio de Janeiro. O complexo gera apenas 2,5% da eletricidade consumida no país.

As catástrofes combinadas – terremoto, tsunami e vazamento radioativo – formam a pior crise enfrentada pelos japoneses desde o final da Segunda Guerra Mundial (1939-1945), quando a população sofreu um bombardeio atômico.

Abalos
O terremoto no Japão é o quinto mais forte desde 1900, quando começaram os registros mais confiáveis. O pior aconteceu em 22 de maio de 1960, no Chile, com magnitude de 9,5.

Mais recentemente, em 26 de dezembro de 2004, um terremoto de 9,1 na escala Richter na ilha de Sumatra, na Indonésia, causou um tsunami que matou 230 mil pessoas em 14 países do sudeste asiático.

Os tremores de terra são provocados pelo movimento de placas tectônicas na superfície terrestre. Quando os terremotos acontecem no mar, como no caso desse no Japão, o leito do oceano sofre uma elevação, deslocando um grande volume de água que forma uma série de ondas gigantes.

O Japão está localizado no chamado "anel de fogo do Pacífico", que inclui Filipinas, Indonésia e países menores. A região concentra as maiores atividades sísmicas do mundo.

Um total de 20% de todos os tremores de magnitude superior a 6 que acontecem no mundo afetam o Japão. Todos os dias o país é abalado por sismos, a maioria deles imperceptíveis para os habitantes.

Em 1933, um terremoto de 8,1 de magnitude matou 3 mil pessoas de Tóquio e cidades próximas. No mais mortífero, em 17 de janeiro de 1995, 6.424 pessoas morreram na região de Kobe-Osaka. Os abalos atingiram 7,2 graus na escala Richter.

Por esta razão, todas as construções japonesas são feitas com tecnologia moderna de engenharia civil. A população também recebe treinamento específico para se proteger em caso de terremotos e tsunamis. Tais medidas preventivas e alertas de segurança contribuíram para evitar que o número de morte e os prejuízos fossem maiores neste último tremor de terra.

Dekasseguis
Estima-se em bilhões de dólares o montante gasto com a recuperação das cidades. A tragédia pegou os japoneses em um momento econômico difícil. Depois de três décadas de crescimento, contando a partir dos anos 1960, há 15 anos a economia japonesa está estagnada.

O país acumula hoje uma dívida líquida que corresponde a 180% do PIB (no Brasil, a porcentagem é de 41%). No ano passado, o Japão foi ultrapassado pela China como a segunda maior economia mundial, posição que ocupava desde 1968.

O Brasil e o Japão possuem uma longa história de intercâmbio, com fluxos migratórios de ambos os lados. Os primeiros imigrantes japoneses chegaram ao país em 1908 no navio Kasato Maru. Desde então, formou-se a maior comunidade de japoneses e descendentes que vivem fora do país de origem.

No final dos anos 1980, foi a vez de descendentes brasileiros emigrarem para o Japão, em busca de melhores oportunidades de emprego.

Hoje os dekasseguis (trabalhador imigrante) de origem brasileira compõem o maior contingente no Japão. A região atingida por terremoto, porém, é o destino menos usual desses trabalhadores. Até agora, não há registro de brasileiros mortos na tragédia.

Fonte: http://vestibular.uol.com.br/atualidades/

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sexta-feira, 18 de março de 2011

O ensino da Geografia no Brasil ao longo da história

A trajetória da Geografia como ciência escolar teve início ainda no século XIX. Em 1837, a Geografia foi implantada como disciplina escolar obrigatória pela primeira vez no Brasil, fato que aconteceu no Colégio Pedro II (Rio de Janeiro). O principal objetivo de instituir tal ciência era a capacitação política de uma camada da elite brasileira que pretendia se inserir nos cargos políticos e nas demais atividades relacionadas.

Por volta do ano de 1900, a ciência se consolidou nas escolas de praticamente todo o território brasileiro. A principal característica desse momento era a disseminação da idéia de se conhecer os aspectos naturais regionais, com o intuito de criar no estudante um sentimento de patriotismo.

Cinco anos mais tarde, em 1905, foi lançado o livro Compêndio de Geografia Elementar (de Manuel Said Ali Ida). Nesse trabalho o principal foco era a abordagem do Brasil de maneira regionalizada, com intuito de conhecer melhor os aspectos regionais do país.

Em 1934, a Geografia chegou às instituições universitárias, pois o curso foi implantado na Universidade de São Paulo. O quadro de professores era formado por docentes de tendências tradicionais, influência da escola francesa.

No ano de 1966, Yves Lacoste publicou sua obra Geografia do Subdesenvolvimento. A partir desse fato teve início as primeiras propostas oriundas das idéias da Geografia crítica no Brasil. Nos anos 70, período no qual o país vivenciou uma ditadura militar, a Geografia e a História foram unificadas em uma única disciplina, denominada de Estudos Sociais. Essa iniciativa do Governo Militar visava coibir o surgimento de movimentos, apoiados na idéia de que a Geografia e a História figuravam como uma ameaça política.

No final da década de 70, em 1978, o maior geógrafo brasileiro, Milton Santos, lançou uma obra intitulada de Por uma Geografia Nova. Este trabalho despertava a importância da realização de estudos direcionados às relações sociais e seus problemas.
Doze anos mais tarde, após a publicação de uma pesquisa em que ficou comprovado o baixo nível de conhecimento acerca da Geografia, foi aberto no Brasil debates e discussões sobre as perspectivas da ciência para o século XXI, especialmente no processo de ensino-aprendizagem.

Em 1993, o núcleo de Pesquisa Sobre Espaço e Cultura da Universidade Estadual do Rio de Janeiro foi inaugurado. E por fim, uma das mudanças de maior relevância no Brasil aconteceu em 1998, com o lançamento oficial dos objetivos da Geografia, que afirma que os educandos necessitam conhecer e compreender as relações entre a sociedade e também a dinâmica da natureza e suas paisagens.
Por Eduardo de Freitas
Graduado em Geografia
Equipe Brasil Escola


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terça-feira, 21 de setembro de 2010

AVALIAÇÃO 8ª SÉRIE

AVALIAÇÃO DE GEOGRAFIA
ESCOLA JOAQUIM EUGÊNIO SILVA
ALUNO(A):______________________________________________Nº___8º_B

01- Quais os países que formam os tigres asiático:

a) Japão, Taiwan, Cingapura e Hong Kong.
b) Japão, China, Cingapura e Hong Kong.
c) China, Coréia do Sul, Taiwan e Hong Kong.
d)Coréia do Sul, Taiwan, Cingapura e Hong Kong.

02- Apesar da elevada renda per capita, advinda da exportação de petróleo, o Oriente Médio encontra sérios problemas para seu desenvolvimento. dentre as causas desses problemas, podemos destacar:

a) a aridez do clima e o baixo nível técnico da população;
b) a falta de acesso ao mar e a escassa rede hidrográfica;
c) o baixo crescimento populacional e o elevado padrão e consumo da população;
d) a elevada porcentagem de analfabetismo e a distribuição igualitária da renda;

03- Que fatores contribuem para o crescimento demográfico do continente asiático?

a) a elevada taxa de mortalidade e o controle da natalidade.
b) a elevada taxa de natalidade e o controle da mortalidade.
c) a elevada taxa de natalidade e o elevado grau de educação.
d) melhores condições médicas-sanitárias e o elevado grau de educação.

04- Quais os países mais industrializado do continente asiático?

a) Israel, Coréia do Sul e Japão.
b) Israel, Coréia do Sul e Cazaquistão.
c) Geórgia, Coréia do Sul e Japão.
d) China, Japão e Iraque.

05- Quais as principais línguas e dialetos falados no continente asiático?

a) Apenas o chinês, o híndi e o árabe.
b) O português, inglês, italiano e o japonês.
c) O chinês, o híndi, o árabe, o japonês, o inglês e o eslavo.
d) N.D.A

06- (FUVEST) A região da Ásia conhecida por Mesopotâmia foi importante área agrícola, hoje reduzida às zonas ribeirinhas irrigáveis. Constitui uma planície drenada pelos rios:

a) Tigre e Eufrates, no Iraque;
b) Indo e Ganges, no Paquistão e na Índia;
c) Ganges e Bramaputra, na Índia e Bangladesh;
d) Hoang-Ho e Yang-Tsé, na China;
e) Amu-Daria e Syr-Daria, no Uzbequistão.
07- Das atividades abaixo estão relacionadas ao setor primário;

a) à indústria de tecidos e alimentares.
b) à indústria automobilística e extrativismo.
c) à indústria petrolífera e à agricultura.
d) à agricultura e à extração mineral.

08- Qual o significado da sigla CEI?

a) Conselho dos Estados Internacionais.
b) Comunidade dos Estados Internacionais.
c) Comunidade dos Estados Independentes.
d) Conselho dos Estados Independentes.

09- Quais das opções abaixo possuem apenas países asiático?

a) Japão, China, Venezuela e Cingapura.
b) Taiwan, Alemanha, China e Rússia.
c) Coréia do Sul, Israel, Hong Kong e Japão.
d) China, Japão, Coréia do Sul e Brasil.

10- Qual o setor da economia que predomina no continente asiático?

a) Setor secundário b) Setor terciário
c) Setor primário d) N.D.A

GABARITO:1-D 2-A 3-B 4-A 5-C 6-A 7-D 8-B 9-C 10-C

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segunda-feira, 20 de setembro de 2010

ATIVIDADE 01- 3º ANO DO ENSINO MÉDIO

ESCOLA JOAQUM EUGÊNIO SILVA
DISCIPLINA DE GOGRAFIA
SÉRIE: 3º ANO DO ENSINO MÉDIO “A”
TURNO:NOITE
PROF: EDEVALDO BRAZ



ATIVIDADE AVALIATIVA 01(Recuperação)

01- Onde surgiu a 1ª revolução industrial e que sistema econômico possibilitou que ela acontecesse?

02- Que fatores atraiam as indústrias durante a 1ª e 2ª revolução industrial?

03- Qual a diferença entre fordismo e toyotismo?

04- Quais as principais fontes de energia utilizadas nas três revoluções industriais?


05- No seu ponto de vista a desconcentração das empresas é um fator positivo ou negativo? Justifique sua resposta.

06- Que tecnologias integram as fábricas globais?

07- Quais os fatores negativos da instalação de fábricas globais nos países subdesenvolvidos?



CONTEÚDO DA AVALIAÇÃO: DIA 16/09/2010
INDUSTRIALIZAÇÃO MUNDIAL:
PÁGs 384 à 387 / 394 à 403.
INDUSTRIALIZAÇÃO BRASIEIRA:
PÁGs: 122 à 138 / 144 e 145.



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sexta-feira, 17 de setembro de 2010

AVALIAÇÃO 3 ANO DO ENSINO MÉDIO.

AVALIAÇÃO DE GEOGRAFIA
ESCOLA JOAQUIM EUGÊNIO SILVA
ALUNO(A):______________________________________________Nº___3º A
Questão Bônus.
(Ufrs) Sobre o processo de industrialização brasileiro, são feitas as seguintes afirmações.
I - A partir de 1930, começa um importante projeto de criação de infra-estrutura para o desenvolvimento do parque industrial.
II - A partir da Segunda Guerra Mundial, acentua-se o processo de estatização das indústrias na Região Sudeste.
III - A partir de 1964, amplia-se o parque industrial para atender a demanda da modernização da agricultura.
Quais estão corretas?
a) Apenas I. c) Apenas III. e) Apenas II e III.
b) Apenas II. d) Apenas I e III.

1. (Ufpel) O nível de industrialização de um país ou região pode ser medido por vários fatores: o consumo de energia por habitante, a porcentagem da população economicamente ativa (PEA) que constitui mão-de-obra industrial, a participação da indústria nacional na produção mundial e o nível tecnológico exigido para a fabricação dos produtos no país.
Atualmente as principais regiões industriais do mundo são constituídas por transnacionais que detêm a maior parte da tecnologia mundial.

Assinale a alternativa cuja afirmativa seja INCORRETA.
a) Na visita do presidente dos EUA, George W. Bush, ao Brasil, em março de 2007, esteve na agenda de discussão o etanol, bem como a apresentação de uma proposta de criação de um mercado internacional regular desse biocombustível.
b) O amplo consumo de combustíveis fósseis, sobretudo o petróleo, caminha para um impasse tanto ambiental, devido à colaboração para o aquecimento global do planeta, quanto econômico, pois a situação aponta para um esgotamento dessas reservas.
c) Os presidentes do Brasil e dos EUA também decidiram que incentivarão a produção de etanol em países da América Central e do Caribe para responder à crescente demanda mundial dessa fonte de energia alternativa ao petróleo.
d) A rodada de Doha das negociações da Organização Mundial do Comércio (OMC) visa a diminuir as barreiras comerciais em todo o mundo, com foco no livre comércio para os países em desenvolvimento.
e) O Brasil não tem se preocupado em investir na criação de combustíveis produzidos a partir de materiais orgânicos, como soja, mamona, girassol, rícino, algodão e até gordura animal, excetuando-se a cana-de-açúcar.

2. (Ufc) A interiorização da indústria no Nordeste brasileiro tem contribuído para eliminar gradativamente a separação entre cidade e campo, propiciando a unificação destes espaços. Assinale a alternativa que indica de modo correto um fator associado à industrialização do campo que contribui para esta unificação.
a) Presença do trabalhador assalariado do campo - bóia-fria - na periferia da cidade.
b) Melhoria significativa dos salários dos trabalhadores do campo e da cidade.
c) Fim das práticas agrícolas em áreas próximas a grandes centros urbanos.
d) Aumento das associações conjuntas de trabalhadores urbanos e rurais.
e) Expansão de indústrias de sede local nas áreas rurais.

3. (Uece) No que se refere à industrialização brasileira, assinale o INCORRETO.
a) Após a Segunda Guerra Mundial, a queda na capacidade de importação, em virtude da dificuldade cambial e das crises no comércio internacional, leva a industrialização brasileira a inaugurar o processo de substituição de importações.
b) Além da crise econômica mundial, um dos fatores que contribuíram para o impulso da atividade industrial foi a subordinação ao capital açucareiro paulista que, no início do século XX, dominava a pauta das exportações.
c) A crescente diferenciação intra-regional, sobretudo entre o Nordeste e as demais regiões brasileiras, ensejou um projeto de industrialização de base autônoma proposto pelo GTDN/SUDENE.
d) O capital industrial, originado ainda no final do século XIX, foi uma conseqüência da acumulação do capital no setor cafeeiro.

4. NÃO se relaciona ao processo de industrialização no Brasil
a) os grandes investimentos estatais em infra-estrutura no período conhecido como "milagre econômico".
b) a oferta de elevadas margens de lucro no mercado interno para os capitais estrangeiros, após a década de 1960.
c) a excelente condição do baixo custo da mão-de-obra para instalação de novas empresas transnacionais no país.
d) o aumento da participação do Estado no setor produtivo, através do controle da economia nacional nos anos de1990.

5. A desconcentração industrial verificada no Brasil, na última década, decorre, entre outros fatores, da:
a) ação do Estado, por meio de políticas de desenvolvimento regional, a exemplo da Zona Franca de Manaus.
b) elevação da escolaridade dos trabalhadores, o que torna todo o território nacional atraente para novos investimentos industriais.
c) presença de sindicatos fortes nos Estados das regiões Sul e Sudeste, o que impede novos investimentos nessas regiões.
d) isenção fiscal oferecida por vários Estados, associada à baixa remuneração da mão-de-obra local.
e) globalização da economia, que, por meio das privatizações, induz o desenvolvimento da atividade industrial em todo o território.

6- (Puccamp) A queima do petróleo acarreta danos ambientais diretos, dentre os quais

a) a erosão dos solos e a chuva ácida.
b) a chuva ácida e o efeito estufa.
c) o empobrecimento do solo e as inversões térmicas.
d) a destruição da camada de ozônio e o efeito estufa.
e) as inversões térmicas e a destruição da camada de ozônio

7-(NEMAT/MT) Sobre a expansão da Revolução Industrial pelo Mundo, é
correto afirmar que:
a - a Alemanha foi o berço da industrialização.
b - a Revolução Industrial não tem pátria, ela ocorre simultaneamente em vários países da Europa, pois, falar do pioneirismo da Inglaterra é apenas uma afirmação equivocada.
c - na Inglaterra a revolução foi um longo processo de gestação.
d - a Revolução Industrial ocorre primeiro no continente europeu e só depois atinge a
Inglaterra.
8- (UERGS) A Revolução Industrial, iniciada na segunda metade do século XVIII, na Inglaterra, provocou uma série de transformações socioeconômicas no continente europeu, tais como:
a) retração do mercado – produção em larga escala.
b) transferência do centro econômico das áreas rurais para os centros urbanos –
consolidação do capitalismo como sistema dominante.
c) aumento da intervenção do Estado nas atividades econômicas – afirmação da
propriedade privada dos meios de produção.
d) relações de produção assalariada – fortalecimento das monarquias absolutistas.
e) padronização da produção – liberação de contingentes de mão-de-obra das zonas
urbanas para as rurais

9- (PUC-SP) A grande recuperação econômico-social que marca sua história recente, fundamentada em um “milagre” modernizador que, entre outros condicionantes se apoiou em formidáveis injeções de capitais externos e na exploração interna de sua abundante mão-de-obra barata, transformou o país em moderna superpotência do mundo do mundo capitalista. Hoje, juntamente com seu grande rival, trava uma agressiva concorrência ligada à conquista e manutenção mercado em nível mundial, da qual, porém, não escapam seus importantes mercados externos. Esses dois países, que estão responsáveis por cerca de um terço do produto mundial e que estão envolvidos nesse formidável conflito de interesses, são:
a) Estados Unidos e França.
b) Japão e União Soviética.
c) Japão e Estados Unidos.
d) Alemanha Ocidental e França.
e) Alemanha Ocidental e União Soviética.

10-A Primeira Revolução Industrial provocou uma grande transformação no espaço geográfico. A esse respeito, leia as afirmativas abaixo.
I- Aconteceu uma intenção processo de urbanização, e as cidades passara a comandar as atividades econômicas e a organização do espaço geográfico.
II- Com a ampliação da visão internacional do trabalho, alguns países europeus especializaram-se na produção industrial, controlando o mercado mundial de produtos industrializados.
III- Aconteceram grandes mudanças no modo de produção, sem implicação na organização política e territorial da Europa.Assinale a alternativa correta.
a) Apenas I é verdadeira. b) Apenas III é verdadeira. c) Apenas I e II são verdadeiras. d) Apenas II e III são verdadeiras. e) I, II, III são verdadeiras.

“ Apesar dos nossos defeitos, precisamos enxergar que somos pérolas únicas no teatro da vida e entender que não existem pessoas de sucesso e pessoas fracassadas. O que existem são pessoas que lutam pelos seus sonhos ou desistem deles.” Augusto Cury

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OK amigo, muito obrigado pela visita e desculpe a demora em posta o gabarito, infelizmente estava com alguns dias que não acessava o e-mail.

BÔNUS- [D) 1- [E] 2- [A] 3- [B]
4- [D] 5- [D] 6- [B] 7- [C] 8- [E]
9- [C] 10- [C]
CORREÇÃO DA ATIVIDADE 02
TURMA: 8ª “B” - TURNO: NOITE - DISIPLINA: GEOGRAFIA
PROF: EDEVALDO BRAZ

O1-RESP: Maior parte da população dedica-se à agricultura e à exploração de recursos naturais.

02-RESP: Por que existe áreas que possuem uma grande concentração populacional ( ex: China e Índia) e outras que possuem uma pequena densidade demográfica.

03-RESP: Os fatores eu contribuíram para o elevado crescimento demográfico foram: a elevada taxa de natalidade e o controle da mortalidade.

04-RESP: Os principais dialetos são: o chinês, o híndi, o árabe, o japonês, o inglês e o eslavo.

05- O setor da economia que predomina no continente asiático é o setor primário (agropecuária e a exploração os recursos naturais).

06- As atividades realizadas no setor primário são: agricultura, pecuária e extrativismo.

07- Os países mais industrializados são: Israel, Coréia do Sul e Japão.
OBS: Nos últimos trinta anos destaque para: Coréia do Sul, Taiwan, Cingapura, Hong Kong, China, Índia, Malásia, Tailândia, Indonésia e Filipinas.

08- Os Tigres Asiáticos é formado pelos seguintes países: Coréia do Sul, Taiwan, Cingapura e Hong Kong.

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quinta-feira, 11 de março de 2010

Terremotos no Chile


Nos ultimos dias o Chile sofreu uma sequência de terremotos, esses abolos são decorrentes do choque de duas placas tectônicas a Sul-Americana e a placa de Nazca. O movimento horizontais entre duas placas são responsáveis dão origem à orogênese(no grego Oro = "motanha" e génese = "nascimento") e o movimento vertical entre placas da origem a epirogênese ( no grego épiro = "continente" e génese "nascimento"

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Adoos